22 de fevereiro de 2018

Tudo a limpar os terrenos...


Até eu que não tenho nenhum terreno recebi o e-mail para limpar.
Estou mesmo a ver eles pegaram e disseram, "vamos enviar e-mail para todos os e-mails que estão registados aqui na Autoridade Tributária e Aduaneira".

O que acho engraçado é que o dono do terreno que esta atrás da minha casa não deve ter recebido nenhum e-mail porque ainda não apareceu para limpar o que lhe pertence, agora eu que não tenho nenhum já fui convocada.
Enfim.

21 de fevereiro de 2018

"Acts of vengeance"...




Inicialmente vou confessar que estava a ficar um pouco arrependida por ter escolhido este filme para ver, na fase em que o fulano só bebe e apanha porrada, mas depois tenho que admitir que valeu a pena.

Frank é um advogado famoso, que já "safou" vários criminosos da cadeia.
Um dia vê a sua vida virar de pernas para o ar com a morte da filha e da mulher.

Após algum tempo faz um pacto de silêncio e decide ir ao encontro do assassino e entender o que o levou a cometer tal crime.

É bastante interessante o filme.
Entre uma aprendizagem pessoal de como sobreviver num mundo que esta a desabar, uma luta em se tornar forte quer fisica e psicologicamente este filme tem várias
 lições muito importantes, podemos tornamo-nos muito mais fortes do que aquilo que as vezes imaginamos.
Muito bom, o desempenho do António Banderas é fernomenal bem como o do restante elenco. 

20 de fevereiro de 2018

Frase do dia...



A onde já lá vai a rúbrica frase do dia... já nem me lembro de tal coisa.
Mas olha hoje lá calhou.

19 de fevereiro de 2018

"Jack Reacher"...




Gostei deste filme.
Tem o Tom Cruise com personagem principal.


Já tinha ouvido falar neste filme, mas só à relativamente pouco tempo é que tive hipótese de o ver.
Jack Reacher é um ex investigador militar com uma carreira de sucesso, que é contactado para resolver um mistério que envolve o assassinato de 5 pessoas, que foram mortas aleatóriamente. 

Mas tudo indica que existe alguém que não quer que Jack Reacher tente desvendar o segredo destas mortes.
É um filme cheio de acção e suspense.
Pessoalmente gostei bastante, um pouco diferente daquilo que estava à espera e do que tinha ouvido á cerca do filme. 

18 de fevereiro de 2018

Esta a tornar-se um hábito pouco bom...

Os meus domingos tem sido assim.
Cozinhar para todos, arrumar tudo e ficar em casa o dia todo.
Um domingo atrás do outro.
Sem sair, sem conhecer nada novo, sem ver mais ninguém a não ser os de casa.
Esta a ser um hábito deprimente, é o que é.

15 de fevereiro de 2018

"O guardião invisível"...



Apesar de ser um pouco longo gostei do filme.
Fala de uma agente que volta à sua terra natal para ajudar a descobrir o assassino de jovens que tem acontecido por aquelas zonas.

Mas a história vai muito mais além da descoberta de quem mata as jovens, é também uma enorme prova para a própria agente que tem que enfrentar o seu passado.
É um filme surpreendente, chega a um momento em que se começa a dúvidar de muita gente e é lógico que a personagem "culpada" chega a surpreender.

Gostei, se tiverem paciência... uma vez que é um pouco grande... e se gostarem de filmes assim deste género tenho a certeza que vão gostar deste.

13 de fevereiro de 2018

Factos...

Eu reconheço...

Que as vezes sou chata.
Insuportável, mesmo.
Tem dias que me irrito com uma facilidade que as vezes me deixa a pensar se será normal.
Se as pessoas me souberem "levar" tem "tudo" de mim, mas quando começam com muitas ceninhas eu começo a ficar cansada, saturada, irritada e torno-me uma pessoa "fria" e resmungona.

Ninguém é perfeito.
Sei reconhecer os meus pontos fracos.
Muitas vezes penso que tenho que revirar os olhos, assobiar para o ar e olhar para o lado, sei que é a melhor maneira de não me chatearem tanto.
Estou cansada e ninguém se apercebe ou não quer perceber isso.
Tenho uma casa por minha conta, limpar, cozinhar, passar a ferro, arrumar, manter tudo na ordem.
Tenho uma mãe constantemente a queixar-se de tudo e numa fase em que não quer nada nem com açúcar, como se costuma dizer.
O meu pai, bem se não fosse o meu pai acho que já tinha caído de vez, ajuda-me conforme pode, mas também não o quero "carregar" muito anda psicologicamente cansado, bem o noto, eu que o conheço tão bem.
Mas ninguém quer saber destas coisas para nada, continuam a agir como se nada se passa-se.
Não sei, às vezes tenho a sensação que as pessoas se fazem de estúpidas.
Estou pelos cabelo de trabalho, de cansaço, de tomar conta da casa, dos tratamentos, de tudo e ainda tenho que servir de empregada como se isto fosse uma cantina onde as pessoas alapam o rabo comem e vão embora, quer dizer na cantina ainda arrumam os tabuleiros, aqui nem isso.
Não consigo entender o que algumas pessoas têm na cabeça, será que não são capazes de se aperceberem que eu não posso com tudo sozinha? 

Não me podiam dar uma folguinha em vez de te que cozinhar para tanta gente?
Por mim acabava com a brincadeira em dois tempo, mas os meus pais não querem.

Não sei porque, quer dizer até sei, mas prefiro fazer de conta que não sei.
Isto cansa, cansa muito e ninguém é de ferro, muito menos eu, que tem dias que mal tenho forças para me segurar de pé.
Não sei até quando vou continuar a aguentar este ritmo de vida que tenho levado ultimamente.
Já estou como diz o outro quando cair caí de vez, nem quero saber.

12 de fevereiro de 2018

"Security"...




Domingo à tarde, a chover, por mais cortejos de carnaval que possam existir, a verdade é que eu estou cansada demais para querer sair de casa.

Resolvi ver um filme.

Fui à minha lista do Netflix e escolhi o filme "Security" que estava na lista dos preferidos.

Pois era um filme destes que eu estava mesmo a precisar.

Tem como protagonista o Antonio Banderas, muita ação e uma história bem interessante.
Foi uma companhia fantástica para um domingo chuvoso.
O filme é excelente, vejam. 

11 de fevereiro de 2018

Ele à coisas do diabo...

Já comi e como em presença de muita gente sem problema nenhum.
Existe uma ou outra pessoa que me metem um bocadinho de impressão pela forma como comem.
Agora existe  três pessoas que não me metem impressão,  metem nojo mesmo.
Não tenho culpa nenhuma mas sinceramente até o meu estômago dá a volta só de olhar para eles.
Sexta-feira tive uns anos e fiquei ao lado de duas dessas pessoas.
É quase impossível eu conseguir transmitir o que senti.
Nojo, no seu estado mais puro.
A mulher da uma trinca não gosta atira para o prato do homem, o homem a comer com uma aflição como se não houvesse comida que chegue para toda a gente, comeu de uma forma exagerada e sem modos.
Mal consegui comer.
O que tinha comida até essas pessoas chegarem tudo bem, a partir do momento que chegaram fui incapaz, porque todas as vezes em que o tentava fazer, bastava olhar para o lado para ficar enjoada e perdia logo qualquer vontade que tivesse por mais pequena que fosse.
Não suporto estas coisas.
Não fiquem para aí a  pensar que eu sou esquisita isto e aquilo, mas possa tudo se quer, as pessoas podiam ter um bocadinho mais de respeito e educação pelos outros.
É o que eu penso sinceramente.
Sempre que sei que tenho jantares e essas pessoas vão estar presentes fico logo indisposta.

10 de fevereiro de 2018

"Cavalo de fogo Congo" de Florencia Bonelli...


"A cirurgiã pediátrica Matilde Martínez abandona Paris rumo ao Congo levada por um sonho: aliviar o sofrimento das crianças vítimas da violência e da fome que imperam naquele país africano. No entanto, deixou para trás uma difícil história de amor que não consegue esquecer.
Por outro lado, o mercenário Eliah Al-Saud chega ao Congo movido por uma ambição: apoderar-se de uma mina de coltan, o minério mais cobiçado pelos fabricantes de telemóveis, que lhe renderá enormes lucros. Mas, acima de tudo, para recuperar Matilde, que considera a razão da sua vida.

Os traumas e segredos que os distanciaram em Paris continuam latentes e, rodeados por um contexto cruel e injusto, a reconciliação parece impossível. Mas Matilde e Eliah tentarão fazer tudo para que o seu amor triunfe.

Um romance carregado de erotismo que dá seguimento à história de Cavalo de Fogo - Paris."

Se pensam que a minha vida está fácil com esta história, enganam-se.
Pois que vou para o terceiro e último livro e caiu-me a ficha e fiquei a pensar "vai acabar a história caramba".
Tenho uma certa curiosidade em saber como vai acabar.
Acontece é que eu já me ando a lamentar pelo facto da história acabar de vez, e eu que até já estava habituada a estas personagens e a estes novos conhecimentos sobre o Congo, que eu analfabeta nesse tema me confesso.
Este segundo livro foi intenso.
Houve momentos em que dei conta que chorava tal como a personagem, aliás já à algum  tempo que eu não "vivia" uma história tão intensamente.
Vamos lá ver como será o terceiro e como irá acabar a história.
Já estou a ficar deprimida só de pensar que vai acabar de vez.
Enfim. 

7 de fevereiro de 2018

Sobre o último post...

Tenho a dizer que fui muito bem atendida nas finanças onde tinha lido tão más opiniões sobre o atendimento.
Não falo só quando as coisas são más, quando esta dentro da normalidade também tem que se dar destaque, afinal de contas não podemos apenas ver os pontos negativos.
O mesmo já não se pode dizer do atendimento de uma das funcionárias do centro de saúde, continua a mesma porcaria... e pensar que amanhã tenho que lá ir novamente... nem é bom pensar. 

5 de fevereiro de 2018

Detesto serviços públicos que nunca sabem nada...

Uma pessoa vai ao centro de saúde e o que  leva de uma das secretárias que lá esta é o seguinte: " A enfermeira marcou mal isto, não devia de ser assim"... ao que eu respondi... "se esta mal feito e foi a enfermeira fale com ela, não é comigo que tem que reclamar."
"Ah não vou ficar com o papel para a doutora, quer dizer até posso ficar com ele, mas não me vou responsabilizar se ele desaparecer"... lá vou eu outra vez "Não se vai responsabilizar? E então quem é que o vai fazer eu?? Não tem que ter responsabilidade no trabalho que faz? Ou esta a fazer algum frete? Consegue-me explicar o porque das suas colegas se responsabilizarem pelo trabalho que fazem e a senhora não?"... fiquei sem resposta como é evidente.
É que eu tenho tanto azar que quase sempre quem me atende quando vou ao centro de saúde com a minha mãe é esta fulana, mas já a avisei que um dia vou ficar muito chateada com as faltas de vontade dela trabalhar... e pensar que existe tanta gente no fundo de desmprego tanto ou bem mais  competente do que ela a necessitarem de trabalho.
Vou à segurança social, coloco a minha questão e levo como resposta "ahh não sei, se calhar é melhor ir às finanças verem o que eles dizem"
Amanha lá irei eu as finanças ver o que dizem.
Andei aqui na net a pesquisar onde fica o balcão de finanças a que me devo dirigir e por acaso li os comentário de opinião no google sobre o atendimento e não existe uma alma que fale bem do pessoal que lá trabalha.
Confesso que até me dá medo, porque eu já ando a ficar cansada de pessoas mal encaradas e se vai na volta amanha me chatearem muito eu sou menina de me chatear a sério. 
Vamos lá ver.

3 de fevereiro de 2018

A minha paciência esta pela hora da morte...

E tudo isto se deve à minha mãe.
Esta insuportável.
Esta pior do que uma criança, sempre a fazer birras e a queixar-se.
Se esta em casa, doi tudo, faz cara feia a tudo, esta constantemente "agarrada" à perna a dizer que tem dores e faz da minha pessoa e do meu pai seus empregados/escravos... e eu estou farta, fartinha mesmo.
Porque se ela estiver com as irmãs não à uma queixa, não se agarra à perna, não faz má cara, esta sempre bem disposta, entra em casa aí esta ela a armar o trinta e um, aliás eu já lhe disse "esta casa deve de ter alguma merda que tu mal entras aqui e ficas logo doente" é que enquanto anda por aí não se passa nada chega a casa, fica muito mal logo.
Diz que não dorme de noite e ressona até não poder mais.
Estes dias quando foi fazer o penso ela estava com o "ai ai" do costume e eu pus a minha mão no ombro dela e disse "calma mãe, tem calma" mandou-me um berro no meio da enfermaria que eu fiquei tão envergonhada que se tivesse um buraco tinha me enfiado lá dentro a enfermeira também lhe disse "oh d. A. então a sua filha a dar-lhe apoio, anda consigo quase no colo e você fala assim com ela, assim não pode ser, ela não merece que a trate assim".
E é isto, para os de fora é uma simpatia, para mim e para o meu pai esta sempre com sete pedras na mão.
Eu bem respiro fundo, mas a verdade é que já me anda a encher demais.
Estou com ela pela ponta dos cabelos.
E ainda por cima com os meus tratamentos e problemas e neste momento não tenho ninguém que me dê a "mão" para aliviar um bocado as coisas todas que tenho que fazer cá em casa.
Sinto-me cansada, muito cansada e triste sinceramente. 

1 de fevereiro de 2018

Adeus Janeiro...



Antes fazia o "olá Janeiro" este ano vou optar por fazer o adeus, assim posso fazer um balanço de como correu  mês.

Foi um mês um pouco cansativo.

Fui operada, as coisa correram relativamente bem, apesar dos resultados ainda não estarem no patamar exigido pelos médicos.

A mãe esta em casa de baixa com uma ferida na perna, a maior parte das vezes esta chata e insuportável, mas pronto vejamos o ponto positivo, tem vindo a melhorar do mau feitio, o que já é bom. 
De resto tudo na mesma, tratamentos, consultas no hospital e o dia a dia, uns dias melhores, outros menos bons, mas a vida é mesmo assim.
Que Fevereiro seja melhor, é só o que peço. 

30 de janeiro de 2018

"A chefe"...



Ora bem, este é mais um daqueles filmes para passar o tempo.
É divertido e trasmite uma lição.
Tem como atriz principal Melissa Mccarthy, que é um verdadeiro postal... se assim lhe podemos chamar.
É bom para passar o tempo, nada de fenomenal, mas aceitável.

27 de janeiro de 2018

Gosto...

De falar com pessoas que já tenham lidos livros que eu li, ou que estejam a ler.
Gosto de ver o ponto de vista e opinião de cada um.
A maneira como interpretam o livro e a forma como falam das personagens.
Sei lá sinto-me tão confortável.
Poder discutir com alguém algo que conheço bem. 

24 de janeiro de 2018

Isto vai dar asneira...


Vai... vai.
Pai em casa reformado.
Mãe em casa de baixa.

Ou as pessoas metem na cabecinha que é preciso conviver todos juntos e  não fazer ninguém empregado de ninguém, ou isto vai dar uma grande m... que é o que me parece que vai acontecer sinceramente. 
Avizinham-se tempos difíceis por aqui e eu sem a minima paciência para aturar estas coisas, sem paciência, nem força... enfim.

23 de janeiro de 2018

"Cavalo de fogo Paris" de Florencia Bonelli...


"Matilda Martínez, uma jovem pediatra argentina, viaja até Paris para aprender o idioma antes de partir para o Congo, ao serviço de uma ONG, para ajudar os mais carenciados. Apesar das suas inseguranças, traumas e dramas, a determinação de Matilde é tão forte que nada nem ninguém conseguirá demovê-la de cumprir o seu sonho.
Eliah Al-Saud é um homem poderoso e sem piedade, descendente da família real saudita. Dono de uma empresa de segurança privada, o negócio serve de fachada a um outro tipo de serviços: de espionagem, segurança e formação de mercenários.
Desde o seu primeiro encontro que o destino os unirá numa paixão tão intensa e irrefreável que nada poderão fazer para evitar a conspiração crescente que ameaça não apenas o seu amor, mas também as suas vidas.
No cenário ameaçador e bélico do conflito israelo-palestiniano, Matilde e Eliah viverão uma aventura que os levará a percorrer o mundo e a enfrentar os perigos que cercam todos aqueles que ousam desafiar os impérios dominantes."

Esta história é composta por 3 livros, "Cavalo de fogo Paris", "Cavalo de fogo Congo" e "Cavalo de fogo Gaza".
O primeiro é este que acabei de ler, a história centra-se principalmente em Paris.
É viciante, se bem que tem ali uma parte em que era escusado tanto promenor à cerca da relação sexual, mais parecia que estava a ler as cinquenta sombras de grey, tirando esse pormenor estou a adorar a história.
Agora vou passar para o segundo livro que é no Congo.
Só vou poder dar uma opinião bem formada quando ler os 3 livros, mas posso dizer que estou a adorar.
Vamos lá ver como será o segundo livro. 

22 de janeiro de 2018

Assim não dá...

A minha mãe anda insuportavel.

Anda  a fazer curativos numa perna e então tudo é justificação para lhe dizer que doi, que não pode estar deitada e como tal anda durante a noite a acordar toda a gente.
Pois esta noite levantei-me e vim avisa-la.

Se não pode dormir paciência, que faça pouco barulho, eu deitei-me as 22:15 adormeci as 01:57 e eram 2:15 e andava ela aí para trás e para a frente a fazer barulho.
Pois é bom de se ver eu tive que me levantar as 06:30 e sua excelência depois fica na cama e os outros que se lixem.
Ontem dormiu toda a manha, fomos a um almoço de aniversário quando viemos as 16:00 voltou a dormir e depois não pode dormir de noite, pois não, quem dorme de dia não tem sono à noite.
Eu ando a pé muitas noites e ninguém dá pela minha presença, eu venho à cozinha tomar medicação para as dores e ninguém se apercebe que ando a pé de madrugada, se não consigo dormir sento-me na beira da cama ou até ando para trás e para a frente no quarto mas sempre com o cuidado de não fazer barulho para não acordar os outros.
Ninguém tem culpa que eu não consiga dormir, agora ela não, quando não tem sono é como o outro eu não durmo, mas vocês também não vão dormir.
Haja pacência.

20 de janeiro de 2018

19 de janeiro de 2018

Voltei...

Desta vez a minha estadia no hospital foi curta.
A operação correu bem, agora só com o tempo é que podemos saber se as coisas vão evoluir favoravelmente.
Pela primeira vez na vida nos dias em que estive no hospital a enfermaria com 6 camas estava vazia, estive sozinha.
Vamos lá ver como vai correr, tenho que ter cuidado porque fiquei com três cicatrizes e não devo de esforçar por causa dos pontos e essas coisas.
Fui muito bem atendida como sempre, mas desta vez conheci uma médica fenomenal mesmo, muito humana, e muito competente, fiquei a adorar a mulher.
Agora é aguardar a ver se valeu a pena tanto esforço e sacrifício. 

16 de janeiro de 2018

Podia ser pior...


É isto.
Descobri à pouco tempo a Goiabada e não quero outra coisa.
Quando me apetece alguma coisa doce, lá vou eu tirar um bocadinho.
Podia ser pior, podia, mas pronto.
É que é bom.
É viciante.
É uma desgraça é o que é.

15 de janeiro de 2018

A preparar-me psicologicamente...

Esta marcada a operação para quarta feira.
Como costumo dizer na brincadeira, não tenho medo, tenho receio.
Quero acreditar que vai correr tudo bem... eu acredito sempre, sou tão crente.
O que me esta a fazer bastante confusão é voltar a depender de terceiros pelo menos na fase inicial, não gosto nada.
Estou com fé.
Quero acreditar que vai correr bem.
A ver vamos.

12 de janeiro de 2018

Eu e a personagem principal temos algo em comum...

É engraçado, podemos dizer assim, mas eu e a personagem principal... a Matilde... do livro que estou a ler "Cavalo de fogo Paris" de Florencia Bonelli temos algo em comum, usamos colónia de bebe.
Achei muito engraçado estar a ler o livro e aparecer esse pormenor e sorri ao lembrar-me que eu também uso colónia de bebe... por acaso é o perfume que ando a usar desde Dezembro.
Ele é cada coincidência. 

11 de janeiro de 2018

E quando algo não me agrada...


O que é que eu faço?
Naaa, já não me passo da cabeça.
Opto antes por respirar fundo e revirar os olhos, bem mais fácil, menos cansativo e esgotante e o mais importante de tudo... resulta.


10 de janeiro de 2018

Constatação...

Quando uma pessoa, não fala com várias pessoas... deixa de falar... é estranho como a pessoa passa a vida a culpar os outros e  não se apercebe que o problema deve de ser mesmo dela.
Enfim, canalha.

8 de janeiro de 2018

Sobre os saldos...


Comigo não existem saldos, nem meio saldos.
Já passei essa fase.
Afinal era exactamente durante os saldos que mais gastava dinheiro, muitas vezes sem necessidade e apenas porque estava em saldos.
Deixei de embarcar nestas coisas à uns anitos e a verdade é que não me arrependo.


Quem diz saldos diz black friday e essas coisas.
Já tenho idade mais do que suficiente para saber que comprar por comprar não vale a pena.

Por vezes demora a entender certas coisas, mas o que interessa é que se entenda e de preferência de vez... como foi o meu caso.

6 de janeiro de 2018

Quando era miúda sonhava...

Um dia mais tarde ser daquelas mulheres que usam fatos, tacão alto, unhas grandes e impecáveis, maquilhagem, cabelo arranjado e ter um ar sempre direitinho.
Já passei por todos esses pormenores.
Já tive que andar a trabalhar de fato, de tacão, maquilhada.
Já usei unhas de gel, gelinho e unha natural mais comprida.
A maquilhagem em tempos foi a minha grande paixão, hoje em dia raramente uso.
Houve tempo em que ia todas as semanas esticar o cabelo ao cabeleireiro, ou até em casa, hoje em dia vou apenas uma vez por mês ao cabeleireiro e uso o meu cabelo no seu estado mais selvagem possível, solto, ondulado a única preocupação que tenho e quando tenho é de manter as repas esticadas .
Agora só uso sapatos baixos e sapatilhas, o tacão passou a ser exclusivo de festas.
As unhas quanto mais curtas melhor e de vez em quando lá as pinto, quando me lembro, embora posso afirmar que passo a maior parte do ano sem as pintar.
Não me importo muito se tenho o cabelo desalinado, sem maquilhagem, sem aquela mania de estar tudo direitinho.
Muitas vezes penso como mudei, mas depois penso que simplesmente me adaptei  ao que me faz sentir mais prática, mais leve.
E se calhar este meu "desleixo" é o que faz com que eu pareça ainda mais novinha do que realmente sou.
As vezes sinto saudades de como era, outras vezes não e existem dias em que eu não me imortava de voltar a ser como fui, só que chego à conclusão de que prefiro ser mais prática e sem grandes trabalhos.
É assim a vida, os sonhos passam e tu ficas a imaginar como será que vou ver futuramente o momento do "prática" que estou a viver agora. 

5 de janeiro de 2018

A música que me conquistou no início deste ano...



Simplesmente adoro... quer a versão mais calma, quer a versão ao vivo.

4 de janeiro de 2018

2017 em livros...

Em 2017 li 23 livros, o que equivale a 6796 páginas.
Foram vários os tipos de leitura, não consigo ter um estilo definido e ler só aquilo, gosto de ir variando.
Eis as lista dos livros que me acompanharam ao longo do ano.

























1 de janeiro de 2018

2017 já era...

Ontem na nossa passagem de ano eramos poucos, 9... vendo que o ano passado eramos 21.
Foi diferente.
Muito divertida.
Comprei com o meu irmão às escondidas uns óculos daqueles todos marados com o 2018 e muito brilho, bem como umas coisas que não me estou a lembrar o nome e que fazem um barulho jeitoso.
A brincadeira estava a ser tanta a tirar fotografias e nas gargalhadas que nem fizemos a contagem dos segundos que faltavam para 2018.
Depois viemos ver o fogo que o meu irmão compra todos os anos para lançar.
Mais uns quantos dedos de conversa e passado algum tempo quem tinha que ir embora foi e como foi cá em casa fui dormir.
Dizia a minha mãe que o meu pai ontem á noite lhe disse que este ano, foi a mais divertida de todas as passagens de ano que teve até agora.
Confesso que eu própria me esforcei bastante para que tudo corresse bem e para que estivesse um ambiente bem divertido... e assim foi.
Ora hoje é que já me magoei tenho um papo na testa preto mandei semelhante cabeçada que começaram todos a rir-se e a dizer "se a gente não soubesse que tu não bebes ia dizer que isso ainda era restos da bebedeira de ontem", bem que se dane, vou fazer de tudo para este ano andar bem disposta, aliás ainda à pouco foi uma gargalhada desgraçada por causa do galo.

Desejo a todos um excelente 2018.
Muita saúde, paz, alegria e boa disposição para todos.

29 de dezembro de 2017

Quando pensas que mais nada de mal te pode acontecer...

... acontece sempre algo bem pior.
Lembro-me que o ano passado nesta data escrevi a minha mensagem de final de ano no facebook, dizia eu que o ano tinha corrido mal, longe da minha mente nem em pesadelos imaginava o que me esperaria o dia 30 e 31 de dezembro... um pesadelo ainda maior.
Este ano, à dias pensava cá para mim, pronto este ano já esta, não deve de acontecer nada de mal até ao final do ano.
Pois bem ontem apanhei o maior susto da minha vida... só de pensar dá-me vontade de chorar.
O meu pai ia começar a limpar um armário caiu da escada, e a nossa mesa da cozinha que tinha uma pedra enorme de mármore, com uma grossura considerável, caiu para o outro lado e partiu-se por completo.
O estrondo foi enorme.
O cenário horrível.
O meu pai caído no chão de costas, graças a Deus a mesa caiu para o outro lado, se fosse para o lado do meu pai tinha sido uma tragédia.
Eu fiquei com uma aflição tão grande que só me agarrei ao meu pai aflita a chorar a perguntar se ele estava bem, só queria saber como ele estava.
Graças a Deus que não se magoou.
Não consigo descrever o que senti quando o vi assim deitado e a cozinha num caos.
Sempre que me vem essas imagens ao pensamento só tenho vontade de chorar.
Não consegui pregar olho toda a santa noite, não consigo sequer fechar os olhos porque só me vem aquelas imagens à cabeça.
Já passei por muito sofrimento nesta vida, mas preferia passar por tudo novamente do que voltar a ver o meu pai como estava.

Acho que me caiu a ficha, que me fez constatar aquilo que eu sempre desconfiei, não sou suficientemente forte para ver os meus pais sofrerem, que Deus nunca os tire do meu caminho, porque se não, não sei o que vai ser de mim, se ontem fiquei no estado que fiquei não quero imaginar em circunstâncias piores.

Estou esgotada, muito cansada.

26 de dezembro de 2017

Reclamação ao pai natal...

Só por causa das coisa até te vou tratar por tu.
Nem imaginas como estou furiosa contigo.

Que cena foi esta este ano???
Foi para gozar comigo não foi?

Polares, polares e polares.
Primeiro onde é que foste tirar a ideia que eu gosto disso, segundo quem é que te disse que eu estava a precisar, quando tenho as gavetas cheias dessa porcaria e mal as uso.
Depois precisava de um casaco preto quentinho e mandas-me um casaco super fino e em azul marinho, enganaste-te foi?
Adoro ler e nem um livrinho sequer me trouxeste.
Chocolates trouxeste tu com fartura, sabes bem que não devo de comer essas coisas, mas este ano esmeraste-te foram 10 caixas.
As sapatilhas preta ranhosas era escusado, podias ter escolhido um modelito mais moderno, e também já tenho pretas não precisava dessa cor,  sei bem que estas já devem ser de stock antigo que lá andava na loja, mas não te preocupes que eu vou trocar por algo mais bonito e interessante, olha eu que é raríssimo ir trocar seja o que seja, nem que tenha que por dinheiro, mas que as vou trocar lá isso vou.
Trazes uma raspadinha e nem sequer 1€ de prêmio tem, rico amigo, sim senhora.
E aquele perfume de 15ml... ah ah ah brincamos não?
Já o outro não é mau de todo não, mas pronto.
Basicamente é isto que tenho para te dizer.
Vê se te esmeras um bocadinho para o ano que este ano foste reles como tudo.
Até fiquei deprimida.

24 de dezembro de 2017

Feliz natal...

Feliz natal e muita saúde para todos...

23 de dezembro de 2017

É natal controla-te...

Ontem uma das minhas tias fez um jantar em casa dela.
Como tinha tratamento só apareci no fim.
A verdade é que continua tudo a mesma porcaria, o meu tio e o meu primo fumam até não poderem mais e aquilo mais parece uma sala de chuto, os olhares entre uns e outros, as bocas mal dadas, enfim nada mudou e lembrar que amanhã,  segunda e quarta vou ter que estar no meio de todos, faz-me ficar nervosa, faz-me questionar onde vou arranjar um bocadinho mais de paciência e força para me manter caladinha sem abrir o bico, porque é assim mesmo que eu costumo estar nestes jantares. 
Vai ser mais um natal no canto da mesa a apreciar o circo, como tem vindo a ser costume. 
Enfim...

22 de dezembro de 2017

As festas alteram os horários...


E embora à primeira vista possa parecer algo simples, para mim, é o atrofio total.
Mudar muito os horários dos tratamentos a um corpo que esta habituado é complicado.

O meu pai diz que são só duas semanas.
Só???
Para mim é muito infelizmente.
Geralmente vou às segundas, terças, quintas e sábados.
Durante as festas vou ter que fazer segunda, terça, quinta, sexta, domingo.
Se geralmente já ando cansada com hábitos e rotinas, com estas mudanças vou andar as "apalpadelas" como eu costumo dizer. 
Enfim, tenho que me aguentar é a minha vida.

21 de dezembro de 2017

Os dias que antecipam o natal...

... geralmente são vividos com uma certa euforia.
Longe vão os tempos em que sentia isso.
De ano para ano, parece que cada vez mais perco o entusiasmo.
Chego a sentir uma certa saudade dos tempos em que vibrava e adorava a época natalícia.
Não sei o que se passa a verdade é que com o passar dos anos fico cada vez mais triste nesta época, mais deprimida, é estranho entender, eu mesma tenho dificuldades em o entender, em perceber o que se passa, o porque de isto piorar de ano para ano.
Como eu gostava de ser como algumas pessoas, que vivem com alegria esta magia do natal.
Tenho tanta pena e tristeza por não ser assim.

19 de dezembro de 2017

Ontem foi um dia bom...

Estive com algumas pessoas que já não via à algum tempo.
Tive direito a muitos abraços e beijinhos, alguns deles da minha parte quase regados de lágrimas.
Foi dia de desejar boas festas a algumas pessoas.
Voltei a ver uma pessoa muito, muito especial na minha vida, oh Deus como eu adoro esta pessoa em questão.
Foi dia de vários sorrisos, sempre com umas dores de fundo, mas sempre a fazer questão de não lhes dar grande importância, afinal as coisas só ocupam o lugar na nossa vida, quando a gente deixa.
Estava dopadinha de analgésicos mas tão, tão feliz, que já não sentia aquela euforia à tanto tempo.
Fiquei a pensar "bem contento-me com pouco, mas que se dane".

16 de dezembro de 2017

A minha prenda de natal...

Também tenho direito de comprar uma prenda para mim.
Entre outras coisas que necessito optei por comprar a agenda 2018.
Bem sei que hoje em dia pouca gente usa agenda, mas sempre usei e gosto.
Na hora da comprar fico sempre indecisa, é todos os anos a mesma história, ou é pequena e com pouco espaço para escrever, ou é grande e vai ocupar bastante espaço no saco, enfim existe sempre algum problema.
Já uso agenda desta marca à pelo menos 3 anos e é escusado dizerem que já tenho idade a mais para tanto autocolante e tanta fofura junta, mas eu continuo a gostar, o que fazer.
Tenho espaço suficiente para escrever o que necessito, muitos autocolantes divertidos, post it super fofinhos... e eu que adoro post it... muitas divisórias, enfim tem tudo o que necessito e umas coisitas a mais também.
 Estou encantada é só o que vos digo.





14 de dezembro de 2017

Compras de natal...

Estão todas feitas.
Não falta nada.
Finalmente acabaram.
Ainda não fiz as contas para ver se fugi muito ao orçamento.

Esta tudo embrulhado.
Tudo pronto a ser entregue aos seus donos.
Já posso respirar de alívio tranquilamente, estava a ver que não.

12 de dezembro de 2017

Os encrencas...

* Se o chá tem açúcar, queria sem açúcar.
* Se vem quente, queria frio, se vem frio, morno era melhor, oh para vir morno mais vale vir quente.
* Se o pão é grande, o melhor seria um pão pequeno, se o pão é pequeno, quase que nem dão pão.
* Se o pão tem fiambre a mais só quer uma fatiazinha fininha, se vem a fatiazinha fininha podiam por mais um bocadinho.

Isto acontece quase todos os tratamentos.
Chega a meter impressão, a maneira como alguma pessoas são.
Põem defeitos em tudo.
Por vezes penso que as auxiliares tem que ter uma paciência do caraças para aturar estas coisas.
Existe gente que põem sempre problemas em tudo, são tão picuinhas que metem tanta impressão.
Geralmente as pessoas que fora são assim tão exigentes em casa aquilo é uma desgraça, mas pronto gostam de se prestar aquele papel de deprimentes.
Mas que são coisas chatas de se ouvir lá isso são, não é nada comigo e faz-me uma confusão enorme.

11 de dezembro de 2017

Joana Latino...


Sempre gostei do trabalho que ela fez/faz.
A maneira como é, como faz as coisas, o ar divertido, arrojado e ao mesmo tempo simples sempre me conquistaram.


Vi a entrevista que deu no programa alta definição e a verdade é que fiquei a admirar e a gostar ainda mais dela.
Fez-me chorar durante a entrevista, pois claro... mas também me ajudou a tentar entender várias coisas que eu faço questão de não querer entender, prefiro sempre o deixa andar e isso nem sempre é o mais saudável, o melhor, o que nos faz bem e nos ajuda.

Simplesmente adorei, como eu gostava de ter mais força e mais coragem para enfrentar a vida como ela o faz. 

7 de dezembro de 2017

Sobre os últimos dias...

* Então eu começo o mês a  pedir a Dezembro para me manter afastada do hospital, e onde é que eu tenho andado? Pois claro no hospital.

* Era para ser operada na quarta feira, mas uma hemorragia alterou os planos todos... vejamos a parte positiva, escapei, por enquanto, mas não me vou safar isso sei eu.

* O meu sangue esta uma miséria, tudo descontrolado... também depois de perder tanto sangue não se pode ter milagres. 

* Na sexta feira passada fui as compras de natal, de ano para ano estou a notar que ando a perder o jeito, a vontade e a paciência para estas coisas.

* Tirando o facto de andar a correr para o hospital e para a clínica pouco mais tenho feito.

* Falta vontade para tudo, até para comer, vejam lá.

* Ando com uma "farda" que nem posso, durmo mal de noite, acordo de madrugada, o pouco que durmo é só pesadelos, coisas confusas, enfim.

* Falta comprar alguns presentes... não esta fácil não.

* Tenho andado um bocadinho mais irriquieta.

* Estou sem grande paciências para algumas pessoas, só de olhar para elas já fico farta se assim se pode dizer.

* Amanha tenho um aniversário.

* Estes dias um senhor muito querido e meu amigo ofereceu-me um livro "O Pavilhão Purpura" do José Rodrigues dos Santos... por acaso tinha lido o primeiro e tinha intenção de acabar a trilogia.   


* O meu pai diz que ando virada do avesso... por andar chateada.

* Existem pessoas que caladas eram um mundo perfeito.


* Apanhei um senhor na urgência, não percebi a propósito de que começou a falar do Salvador Sobral e nunca mais se calou, estive quase a implorar que se calasse pois a voz dele já me estava a fazer uma enorme confusão... o homem falou sozinho tempos e tempos, porque ninguém falou com ele.

Vamos ficar por aqui, é melhor.

1 de dezembro de 2017

Olá Dezembro...


Vem cá vamos conversar, preciso que me ajudes.
Mostra-me o espirito natalício, ajuda-me na escolhas das prendas.
Traz-me calma, muita calma e paz.

Não me feches no hospital durante o teu mês, não deixes que façam isso comigo.
Oferece-me alguns sorrisos, abraços, amor e carinho, daquelas pessoas que tu sabes que eu gosto.
Ajuda-me a ter fé e coragem para não desistir quando a vontade é maior.
Vem Dezembro.
Vem ser diferente este ano.
Estou a contar contigo. 




30 de novembro de 2017

"Primeiro romance" de Mazarine Pingeot...


"Agathe é uma jovem parisiense licenciada em Filosofia que rege a sua vida pela mais completa liberdade. Ela e o seu amigo Victor, com quem vive, formam o núcleo de um pequeno grupo boémio, uma elite intelectual oriunda de diversas camadas sociais. Os dois cultivam a paixão de criarem novos mundos e de inventarem novas regras: mas se Agathe consegue impor às suas paixões um rígido código de honra, já Victor se sente dilacerado entre o amor por Agathe e o amor por Susana, uma mulher mais velha, casada e com filhos, que conheceu em Londres. Uma mulher por quem Agathe, finalmente, será ela própria seduzida, só então descobrindo, numa espécie de passagem da adolescência para a maturidade, o que é impossível ser-se fiel e livre ao mesmo tempo."

Inicialmente não estava a achar grande piada, uma vez que falava muito nas exageradas noites, recheadas de drogas, excessos de bebida, entre outras coisas.

Houve um momento em que quase desisti de ler o livro, mas mesmo assim insisti e ainda bem que o fiz, porque entretanto a história começou a ficar bem mais interessante.
Conforme ia lendo sempre pensei que a Agathe iria envolver-se com Hadrien, traindo assim Victor, mas não foi o que aconteceu foi Victor envolver-se com Susana.
E eu a pensar que Victor nunca a aí trair.

Gostei imenso da relação de  Agathe com o pai e a tia Cécilia. 

Este livro mostra-nos como a nossa vida pode mudar por completo em minutos e como temos que lutar para nos adaptarmos a ela.

Resumindo gostei da história apesar daquela fase inicial exagerada.