19 de abril de 2018

Frase do dia...

"... não viveríamos, como gostam de dizer os Chineses, a dupla felicidade, porque essa, sabíamos, era não só efémera como ilusória: Mas era a dupla paz..."

Cáceres Monteiro "Hotel Babilónia"


Li esta frase no dia 03/04/2018 pelas 18:22h, estava eu no meu tratamento e marcou-me de tal maneira estra frase que a escrevi no separador de livro que estava a usar, datei e coloquei a hora, só para poder confirmar o quanto  esta frase "me fez bem".

17 de abril de 2018

E só queria isto...



Sem hospitais.
Sem consultas.

Sem exames.
Sem tratamentos.
Sem dores.
Sem ressacas.
Sem cansaço.
Eu sei que é pedir muito.
Mas sinceramente é o que eu estou a precisar.
A semana esta a começar e eu já mal me seguro de pé.
Sinto-me tão cansada e cheia de dores que as vezes tenho a sensação de que não vou aguentar muito mais.

16 de abril de 2018

"Hotel Babilónia" de Cáceres Monteiro...


"Hotel Babilónia é o resultado de uma reflexão madura de Carlos Cáceres Monteiro e um percurso fragmentário da História contemporânea, no qual constam a crueza da estrada para várias guerras, o caminho do terror, o sonho e o pesadelo americanos, o colapso do comunismo, as mudanças aceleradas e surpreendentes da Ásia, os ícones e mitos da América Latina ou as últimas marcas do Império Português – desde Goa, a Timor, Macau, Angola, Moçambique ou Guiné.É este mundo multifacetado – e as suas várias hipocrisias – que nos descreve o autor neste livro-testemunho que faz a história de um tempo perturbado e perturbante.É reportagem em estado puro, desafiando o leitor a «ver» o antes e o depois, ou a saber como há conflitos e lugares que mudam rapidamente ou se eternizam, quase estáticos, como se o tempo não existisse."

Bem este sim foi um livro enorme, em todos os sentidos, de se ler.
Tem muita informação que acho que nem cheguei a ouvir/ver na televisão.
Gostei imenso deste trabalho do Cáceres Monteiro.
Este homem tem uma "bagagem" que mais parece uma caixinha de surpresas.
Gostei imenso das fotografias que acompanham o livro.
Bem fiquei a conhecer a realidade do que se passa em outros países.
Pode tornar-se um bocadinho chato uma vez que não é uma história, é mesmo a realidade do que aconteceu e para quem estiver à espera de um livro com uma história com um final conclusivo, engana-se redondamente.
Se bem que eu gostei do final, tem muitas interrogações que eu mesma como leitora as teria colocado.

13 de abril de 2018

Dos machões que andam por aí a conduzir...

Sim anda por aí muitos armados em machões.
Eu gosto é desses.
Ainda hoje o desgraçado ia na rotunda, a p... da rotunda enorme ele a entrar e eu na 3 saída... portanto são 4 saídas... a entrar e ele nem a meio ia e começou a buzinar a mandar vir aos berros.
Eu calmamente ia com o vidro aberto meti a mão de fora fiz o sinal de passar por cima e segui.
O gajo deve ter-se esperneado todo, com os braços no ar.
Eu continuo a mira-lo pelo retrovisor e ele com tanto circo quase que embateu na saída que queria sair.
Eh pá que necessidade tem estes gajos de se armarem em bestas quando estão a entrar na rotunda eu estou na terceira saída a entrar e o c... do gajo já esta a buzinar quando ainda esta tão longe.
O que é que ele queria, que eu parasse e ficasse a apreciar sua excelência a desfilar o carro?
É que passei eu e o carro que estava atrás de mim.
Depois fiquei a pensar será que era alguma besta que eu até conheço?
Depois voltei a pensar cá para mim, seja quem seja, que o pariu que vá tocar e mandar vir ao raio que o parta.
E depois ainda pensei outra coisa, será que era só para mim ou também incluiu o carro que vinha atrás de mim?
Hmmm não sei.
E nem quero saber.
Já passou, isto foi um momento de desabafo psicológico... ele à cada coisa. 

12 de abril de 2018

"Coco"...



Já há algum tempo que não via um filme de animação.
Estes dias uma enfermeira falou-me deste filme, mas disse-me "põem os lenços de papel porque é de chorar".
Sejamos sinceros se era para chorar eu não quero.
Pelo sim pelo não resolvi ver o filme e não chorei, ou seja, cheguei a conclusão de que devo ser muito insensível, toda a gente disse que chora com o filme mas eu não chorei, bem existiu ali na fase final em que o Miguelito canta para a avo Coco que quase, quase, quase que chorei, mas fiquei pelo quase.
O filme é muito divertido e engraçado.
Gostei muito.
A verdade é que os filmes de animação cada vez são melhores e eu vou continuar a ver mesmo que insistam em dizer que eu estou a ficar velha para ver estes filmes.
Eu gosto, por isso nada feito. 

10 de abril de 2018

Tem dias que a minha vida dava uma comédia...

E ontem foi um desses dias.
Estava com uma hemorragia nasal daquelas de caixão à cova.
Mas consegui não ir ao hospital... chamem-lhe alergia ao hospital, teimosia, chamem-lhe o que quiserem.
Ora então fui fazer o tratamento e eis que nos lembramos do gelo, que geralmente ajuda nestas situações.
Uma luva, gelo, uma compressa e eu ali a passar na narina direita que era a que estava com a hemorragia.
Resultado nenhum.
Entretanto o enfermeiro lembrou-se das plaquinhas de Spon, cortou uma tira, colocou na narina, uma compressa em baixo e um pouco de fita daquela de papel para segurar.
Estive assim um tempo, tudo bem, tirei e já não sangrava.
Sim porque fui dormir sobre a ameaça de que se de manha estivesse a deitar tinha que ir à urgência.
Pois ao meio da noite limpei o nariz e tal e pronto não mexi mais.
De manha quando acordo e olho ao espelho, primeiro pensei que estava a ver mal, depois constatei que tenho o nariz do lado direito e um pouco em baixo do olho tudo muito vermelho.
Observei um tempo, a pensar o que seria aquilo até que me vem aos neurónios o gelo.
Oh diabo isto é queimado do gelo, queimado Mary.
Ouvi missa do meu pai, como se tivesse 10 anos e como se tivesse colocado o gelo directo.
Olha esta mais bonito que feio, nem sei se devo de rir ou chorar.
Estou que é um fenómeno a chover e eu com cara de quem apanhou um escaldão.
O que vale é que tenho que levar as coisas na desportiva como se diz se não estou desgraçada.

9 de abril de 2018

Do que eu me livrei...

Aqui à um tempo em conversa comentei que não conhecia a Serra da Estrela e que até gostava de lá ir, em especial se estivesse a nevar.
Vai na volta uma das minhas tias ouviu eu a dizer isso e ontem foram numa excursão.
No início da semana passada telefonou à minha mãe, atenção não foi a mim, foi à minha mãe a perguntar se eu queria ir, que também ia o meu padrinho e tal.
Evidentemente que disse que não.
Ora eu queria ir mas não era com eles muito menos com o meu primo e aquela encrenca da mulher.
Eu queria/quero ir com amigos, ou os meus pais e irmão, sobrinho e cunhada, agora ir com gente que mais parece que nunca saíram de casa e agem assim de uma maneira esquisita isso não, esta completamente fora de questão. 
Agora ir com aquela gente toda que foi? Oh Deus é que nem pensar.
Poupem a minha cabeça, alma e paciência as cenas e ceninhas que eu já não tenho estofo para isso.
E pelas fotos que publicaram no face as cenas foram bem deprimentes.
Do que eu me safei.

8 de abril de 2018

"Um crime no expresso do Oriente"...



Domingo à tarde e com este tempo nem sequer coloco em questão sair de casa.
Resolvi ver um filme.
Assim de repente veio à memoria a publicidade que vi várias vezes do filme "um crime no expresso do Oriente" que saiu o ano passado.
Pois bem, foi esse o selecionado.
Portanto no famoso e luxuoso expresso do Oriente ocorre um assassinato.
Por acaso o famoso detetive Hercule Poirot vai no expresso e resolve arregaçar as mangas para resolver o mistério.
Só vos posso dizer, é um filme fantástico, com um elenco de luxo: Kenneth Branagh, Johnny Depp, Daisy Ridley, Michelle Pfeiffer, Judi Dench, Penélope Cruz, entre muitos outros.
Pode dizer-se que foram escolhidos a dedo, um filme com tantos atores bons só podia ter dado num excelente filme, com mistério do início ao fim.
Adorei, se soubesse já o tinha visto mais cedo.
Excelente.

7 de abril de 2018

Esta coisas das regras não serem iguais para todos...

Deixa-me logo indisposta.
Detesto.
Tão simples quanto isto.
Chego mesmo a ficar "cega", nem sei o que me apetece fazer quando as pessoas só sabem usar o "eu, eu, eu e eu".
E isto aplica-se em tudo na vida.
Quando comecei os tratamentos na clínica que ando disseram-me que segundo as regras, se algum dos nossos companheiros fosse transplantado, morresse ou mudasse de clínica que iríamos avançar, mudando assim de lugar.
Pois bem ando lá há 8 anos e sempre que me mandaram mudar de lugar eu mudei, eu e os meus colegas.
Houve um senhor do nosso turno que foi transplantado, logo a "rodada" a que ele pertencia avança uma cadeira, pois o fulano que vem comigo na ambulância, cismou que não ia mudar, simplesmente porque alguém lhe foi perguntar se ele queria mudar.
Primeiro segundo as regras não existem quereres nem meios quereres.
Segundo as regras devem de ser iguais para todos.
Terceiro regra geral já espero por ele 1:30h/1:50h se ele avançasse o respetivo lugar ia sair bem mais cedo, logo não teria que estar  tanto tempo à espera dele.
Já são muitos anos, dia atrás de dia à espera e chega a oportunidade de sair mais cedo e sua excelência não quer.
E eu s quem lá esta sabemos bem o porque de ele não querer trocar de lugar, porque onde esta controla a sala toda e quer ser o último a sair da sala que é para estar a par de tudo o que lá acontece.
Agora consideração e respeito pelos outros ele não tem.
Mas sem stress que eu já disse o que tinha a dizer na clínica, se uns têm regras os outros também tem que ter.
"Ele não quer mudar", não se trata de querer, devia de mudar como os outros e assunto resolvido, não é cá estar com quereres nem meios quereres.
Depois dizem, "ah ficou chateada"... pois fiquei, porque raio as regras não são iguais para todos? E a esta pergunta fico sempre sem resposta.
Mas o que vale é que não sou só eu com esta reclamação, somos uns quantos.

5 de abril de 2018

Sobre a minha Páscoa...

Como já tinha dito este ano a Páscoa não foi cá em casa.
O meu tio resolveu fazer o almoço/jantar em casa da minha tia solteira... muito espertinho, assim fica com o apartamento dele limpinho, fez ele muito bem.
Pois o menu este ano, foi digamos que diferente, filetes de pescada com salada russa, picanha, feijão preto, arroz branco e leitão... um menu nada a ver com a Páscoa dizem as más línguas.
Como se não bastasse o meu irmão só me dizia "Páscoa sem cabrito, é como S. João sem sardinhas, não tem jeito nenhum".
E assim foi.
O jantar, bem esse foi os restos do almoço... estão muito poupadinhos, quando vinham cá almoçar/jantar nunca queriam comida aquecida à noite, mas pronto à frente.
Foi mais um almoço, nada de especial, sinceramente.
Já tive Páscoas, bem mais giras e divertidas.
Este ano, foi apenas mais um dia e mais um almoço em família. 
A burrice e falta de estar de algumas pessoas continua ao rubro, lá isso não se pode negar, mas pronto, que fazer... nada né.

4 de abril de 2018

"Madame"...



Li comentários muitos positivos sobre este filme.
E para variar fiquei curiosa.
Então, Anne e Bob são um casal rico  que se mudam para Paris
Num jantar de apresentação à sociedade e o aparecimento de um convidado inesperado, faz com que o número total de pessoas na mesa seja de 13, ou seja, Anne decide escolher uma das suas empregada para ocupar o 14º lugar.
Mas a verdade é que nem tudo corre conforme o planeado/desejado.
Sinceramente estava com uma expectativa muito elevada, estava à espera de algo mais divertido, sei lá.
Vê-se, mas não me convenceu, sinceramente.

3 de abril de 2018

Ai que paciência...

No outro dia fui às finanças, toda a gente falava mal e fui muito bem tratada.
Hoje fui outra vez às finanças só que desta vez no prédio ao lado.
Fui atendida rapidamente fui tratar de um assunto do selo do carro, mas a fulana com cara de enterro disse "oh agora vou ter que ter trabalho a anular esta emissão de pagamento, que chatice", e eu disse "e?".
Ignorante que eu sou e pelo lamento da senhora fiquei a pensar que era uma coisa chata e demorada de fazer, qual o meu espanto quando nem 2 minutos demorou.
Entregou-me o papel eu perguntei "esta tudo?" e ela disse "sim" eu recolhi a folha e disse "obrigada, bom dia e bom trabalho".
Oh diabo, tanto lamento e tanta má cara para fazer uma coisa num instante.
Se calhar quando li os comentários do mau atendimento nas finanças, se calhar, digo eu, era sobre este balcão que o pessoal estava a dar a opinião.
Sei lá assim de repente fiquei com essa ideia. 

1 de abril de 2018

Boa Páscoa...


Tardei... mas ainda consegui passar cá hoje para desejar uma boa Páscoa a todos.

31 de março de 2018

Adeus Março...


Sejamos sinceros, Março não foi muito mau, mas sim muitíssimo cansativo.
Tenho a sensação que passei o mês todo a correr para trás e para a frente cheia de coisas para fazer.
Ter uma casa inteira a meu cargo não é tão bonito e divertido como poderia algum dia  ter parecido. 
É chato, para se poder ter tudo em ordem tem que se andar sempre a correr.
Quanto aos tratamentos correram bem, quer dizer houve um dia em que assim do nada passou-me pela cabeça "oh meu Deus eu tenho mesmo que continuar com esta merda até ao meu último dia?" e aí escapou uma lágrima... mas ninguém se apercebeu... e deu aquela sensação de dor, cansaço e desilusão no peito.
Resta-me respirar fundo e esperar que Abril seja melhor.
O mais não seja, porque eu faço anos, logo torna-se um mês especial, geralmente é sempre o meu mês preferido.
Vamos lá ver como vai correr. 
Estou com fé... sou tão crente.

30 de março de 2018

Não estamos no tempo disso...

Estamos em 2018 e ainda existe gente que das duas três ou não gosta de tomar banho ou tem alergia à água.
Quando vamos para o tratamento nos últimos dias tem ido uma senhora com a filha e o filho já na adolescência, sendo que a miúda é a mais velha.
Em tempo de escola íamos busca-los à porta da escola, o miúdo vinha todo molhado, a irmã e a mãe com um ar de sujo mesmo, desde cabelo, as roupas ainda disfarçavam.
Na altura pensei "os miúdos andam na escola na tourada deve de ser isso".
Oh Deus que ignorante que eu sou.
Pois bem agora vamos busca-los a casa e ainda ontem estava a ver que ia vomitar na ambulância, cheiram à suor, à chulé, aqueles cabelos todos oleosos, já nem vamos falar na roupa, que são outros quinhentos.
Se a casa onde os vamos buscar for deles, até tem uma casa jeitosinha.
Mas aquilo já deve de ser hábito, porque a mãe é igual.
Quando entram os três na ambulância, nosso senhor.
Estes dias o senhor de 85 anos que vai comigo quando eles saíram começou logo "F..... não estamos no tempo disto, de andar assim a cheirar mal, eu até tenho pena da gaja que lhes vai fazer a fisioterapia"... ah ah ah... e eu fiquei a pensar "mesmo, coitada da fisioterapeuta".
Não me venham com coisas isso é falta de higiene e neste caso uma falta muito grave é que é mãe, filha e filho nem quero imaginar se o marido será igual.
Deus me perdoe mas é mau de mais, o que vale é que eu levo lenço ao pescoço e puxo para tapar o nariz disfarçadamente. 
Eu gostava que alguém me explicasse o que custa tomar banho, é que gostava mesmo.
É como na clínica existe gente que o facto de ter cateter já é mais do que desculpa para não tomar banho.
Isso para mim é treta eu tenho cateter na perna e tomo banho na mesma, isolo com película aderente e tomo banho à vontade, já quando tinha o cateter no pescoço era igual, essa coisa de não tomar banho por causa dos cateteres é malandrice e falta de vontade de tomar banho, mais nada, apenas isso.

29 de março de 2018

E este tempo...

Estes dias quando o sol deu um ar da sua graça, eu cheguei mesmo a pensar que a coisa ia ser para durar.
Mas quem me manda a mim pensar no que não devo.
Esta um tempo terrível, pelo menos para estes lados, está chuva e frio,
Pior do que isto tudo é já ter que andar a aturar o meu pai a dizer "já tem que deixar de se ligar a lareira, porque já estamos na primavera"... pois estamos, só que continua frio, principalmente à noite.
E o homem que quer banir a lareira com este tempo, esta louco só pode,

28 de março de 2018

Coisas da vida...

Os meus dois enfermeiros preferidos da clínica davam-se como irmãos mesmo.
Não sei o que é que se passou, mas desde a última reunião que a relação entre eles não foi mais a mesma.
É lógico que eu notei, aliás só não nota quem não quer.
E estes dias alguém me disse "e então de que lado vais ficar?" ao que eu respondi "primeiro não sei nem quero saber o que se passou, segundo não se trata de escolher um lado, gosto dos dois, respeito os dois, eles a mim, logo não tenho que ficar do lado de ninguém mantenho a minha amizade com os dois, é assim que eu penso e que vai ser".
E assim tem sido falo com os dois normalmente, como se não estivesse a acontecer nada.
Entre eles, eles são adultos e lá sabem da vida deles.
A pessoa que me colocou a pergunta deu-me a entender é que queria saber o que é que tinha acontecido para eles se chatearem, na verdade não sei e também se soubesse não sei se diria.
Gosto dos dois, são amigos e profissionais comigo e isso é o mais importante, o resto... o resto estou a acreditar que mais dia, menos dia se vão entender novamente. 

27 de março de 2018

Música do dia...




Não me perguntem o porque desta escolha musical.
Apenas posso dizer que achei muita piada à música.
Coisas da vida.

24 de março de 2018

A minha mãe é pior que a tua #3...

Beeemmm pior... podem acreditar.
Ontem aqui na zona estava a fazer um rastreio auditivo.
Como fomos ao cemitério, obrigatoriamente tivemos que passar por lá.
Diz ela "podíamos ir" e eu respondi "queres ir vai".
Pois bem ao passar veio logo uma brasileira com o seguinte discurso "boa tarde estamos a fazer rastreio auditivo gratuito e é rapidinho" a minha mãe olhou para mim e disse "ah tá bem" e eu "vai, vai que eu vou por as coisas ao carro", pensei cá para mim enquanto vou e volto a mulher já esta pronta.
Que... que.
Quando voltei tenho um doutor... muito bonito e jeitoso por acaso... a dizer "olá M. a mãe já me falou de si aliás já a inscreveu, ouve bem? Sabe que quem tem problemas renais tem tendência a ter problemas de audição?"
Depois de cumprimentar educadamente disse "ah não sabia, mas esse não deve se ser um problema para mim doutor é que eu nem queria ouvir tanto as vezes".
E foi uma risota.
Vamos fazer o teste da audição ela fez, a seguir fiz eu e esta tudo bem.
Tudo muito bem, aconselha a não limpar os ouvidos com cotonete e eu logo "ah então vai andar a escorrer a cera pelos ouvidos? Não gosto nada disso sinceramente existe muita gente para aí pior que o shrek" mais um bocado de riso.
E pronto assim nos dspedimos do médico.
Mais à frente digo eu à minha mãe "olha lá não eras só tu que querias ir para o rastreio, não tinhas nada que me arrastar, o que vale é que o médico era simpático e jeitoso"
E lá continuou a minha mãe "vez não se pode limpar os ouvidos com cotonetes" olhei muito séria para ela e disse "esquece essa parte que eu vou continuar a limpar sempre os ouvidos e tu também, nem em sonhos vais andar aí com a cera ao penduro, estamos entendidas?".
Ela abanou a cabeça a dizer que sim.
Ainda bem, era só o que me faltava, tenho cá um certo nojo quando olho e vejo cera nos ouvidos até à porta, dá-me logo volta ao estômago.

22 de março de 2018

Coisas que eu NUNCA tive coragem para fazer...

* Piercings... lembro-me que tinha os meus 15/16 anos quando disse ao meu pai que gostava de colocar um piercing na orelha, não sei bem o nome técnico da coisa, mas na parte de cima, oh o que eu fui dizer, soltou-se o diabo no homem, em que eu nem sequer pensasse nisso muito menos enquanto vivia debaixo do teto dele e blá, blá, blá, é excusado continuar a conversa, porque já devem de saber o resto.

* Tatuagens... outra coisa que os meus pais não gostam e depois dizem-me "não achas que tens cicatrizes que chega", sim é verdade tenho mais de uma dúzia delas, digo sempre que são as tatuagens que a vida me ofereceu.

* Ir de férias/fim de semana com o namorado...  Deus me livre se eu fizesse uma coisa dessas preconceituosos e atrasadinhos como são os meus pais era dar-lhes um desgosto daqui até ao caixão, nota-se bem quando vem com aquela conversa de crítica que fulana foi com fulano de férias, eu nunca tive coragem de os enfrentar nesse ponto, sim eu sei sou muito "morcona" como se diz cá em cima, mas querem saber arrependo-me amargamente de não  ter feito enquanto tinha namorado, talvez com isso, tivesse conseguido ter uma liberdade e um tipo de vida bem mais agradável. 

* Dar um belo par de bofetadas a alguém... vontade não me falta, acreditem, que existe algum pessoal que bem precisava.

* Mandar diretamente alguém para aqueles sítios assim muito mal-educados... respiro fundo, reviro os olhos, volto a respirar fundo, abrevio as más palavras, torno a soprar e viro costas... a merda da educação muitas vezes não me deixa dizer o que realmente quero.

Deve de haver para aí muitas mais coisas que nunca tive coragem para fazer, mas de momento só me estão a ocorrer estas. 

21 de março de 2018

Tem dias...

... em que acordo mais cansada do que quando me deito.
Nos dias a seguir aos tratamentos parece que andou um camião em cima de mim então à quarta-feira nem se fala, com segunda e terça seguidos de tratamento as quartas de manha são um inferno para mim.
Cada vez que olho ao espelho ainda fico mais deprimida, estou branca como cal, olheiras enormes, ar de quem andou na farra até as quinhentas, se pelo menos isso fosse verdade era como o outros era sinal de que andava bem, mas não, nem sei o que é andar na noitada, no divertimento,  durmo mal toda a noite só tenho pesadelos, coisas esquisitas, sem sentido, nem sei explicar.
O que eu sei explicar é que quando me levanto parece que tenho o mundo todo a cair-me em cima tão grande é o cansaço.
Eu só queria dormir em paz e sossegada, sou daquelas pessoas que se conseguir dormir mais ou menos bem, ando na boa, agora se dormir mal como tem acontecido, Deus me livre mal me seguro, embora ande na mesma e faça o que tenha que fazer, mas bem mais em baixo e desanimada, sem qualquer dúvida.

20 de março de 2018

De vez em quando acontece...

Raramente me esqueço de algo, falo no sentido de levar isto ou aquilo para algum lugar.
Pois que ontem foi dia esqueci de levar o meu saco para o tratamento onde tenho a almofada para me sentar, porque o meu rabo e costas sofrem horrores de estarem tantas hora ali naquela posição, nesse mesmo saco tenho o livro que ando a ler e um necessaire com os fones, lenços de papel, batom do cieiro e rebuçados.
Pois bem ontem com a confusão dos bombeiros e de uns telefonemas de ultima hora peguei na mochila e sai, quando estava prestes a chegar à clínica é que dei conta que me faltava o saco da almofada.
Pois bem que me insultei umas quinhentas vezes e pensei "bolas o meu livro, ando tão entusiasmada com o livro e agora vou apanhar uma seca, já para não falar que e faz falta a almofada para ficar mais confortável".
Depois lembrei-me que tinha o tablet na mochila e pensei "olha paciência, vês blogues, as notícias e umas séries sem som".
E assim foi, mas que foi um desconsolo não ter lido o meu livrinho lá isso foi.
Escusado será dizer que quando liguei para casa a perguntar se estava cá o saco disseram logo que eu andava com a cabeça no ar e blá blá blá (...)
Enfim.

19 de março de 2018

De vez em quando aparece uma boa notícia...

Graças a Deus que o bom senso apareceu na cabecinha de algumas pessoas.
Todos os anos costumamos celebrar a Páscoa cá em casa, com os tios, primos e por aí fora.
É sempre muito trabalho, tudo desarrumado e sujam tudo.
Este ano como a minha mãe não pode fazer, já estava a imaginar a minha pessoa a ter que cozinhar para 20 pessoas ao almoço e ao jantar.
A minha mãe andava sempre com a conversa do "eu não posso" e o meu pai só dizia "depois vê-se".
Não vou negar que já estava a ver a minha vida  a andar para trás, no sábado à noite tenho tratamento e o dia de Páscoa os meus pais levantam-me sempre para ir à primeira missa a das 07:30, ou seja, costumo andar meia a dormir em pé se assim se pode dizer.
Fiquei a pensar o que vai ser de mim se vier esta gente toda cá para casa.
Tomar conta da casa e cozinhar é o que eu tenho feito, mas sinceramente não tenho grande estofo para ter que aturar tanta gente junta, ainda por cima falam todos aos berros.
Vá que acendeu-se uma luzinha na cabeça das minhas tias e decidiram que este ano como a minha mãe não podia ela ia fazer em casa da minha tia... louvado seja nosso senhor jesus cristo por lhes ter dado tal ideia.
Pelo menos já estou mais sossegada no que diz respeito à celebração da Páscoa este ano.
Bem mais sossegada se assim se pode dizer.

18 de março de 2018

Hoje vai ser mais ou menos assim...

O dia ainda mal começou e eu estou com uma sede que é uma coisa louca.
Por minha vontade bebia até ficar satisfeita... mas infelizmente não pode ser.
Também posso acrescentar à lista que me apetecia sushi mas não me apetece sair de casa para o ir buscar muito menos ir comer fora.
Lá fora esta solzinho bom, estou confiante que de tarde vai estar assim nem que seja para eu ir dar meia dúzia de passos e respirar ar puro apesar do ar ser bastante fresco e eu já estar entupida que chegue.
Depois tenho ideias em por em dia os episódios da série homeland, só falta dois episódios para ficar em dia mas mesmo assim quero ver e talvez, depende da disposição e da vontade veja um filme qualquer daqueles da minha lista enorme.
Vou voltar para a cozinha para fazer o almoço.
Bom domingo!

17 de março de 2018

"A dúvida" de Magalhães Porto...


"Ao longo destas páginas, o autor expande uma narrativa que nos mobiliza do princípio ao fim, deixando o leitor sem vontade para atrasos de leitura.
Importa ler, chegar ao fim, de um só fôlego, E quando isto acontece num livro, cujo tema se centra tão simplesmente numa clássica história de paixão de personagens tão vulgares como um jornalista, uma prostituta, um bar, um apartamento, uma viagem e uma traição, é obrigatório saber-se porquê.
Em "A Dúvida", o autor personalizou também os lugares, as futilidades eos afectos, recriando um universo à medida do que somos. Ou seja: uma estranha geografia de sentimentos pontuados pela mágoa, alegrias infantis e pelo sortilégio das coisas efémeras."

Este livro surpreendeu-me muito pela positiva.
Confesso que inicialmente não dava "nada" por ele, mas no fim adorei.
Primeiro fala muito do Porto, ou seja, estive constantemente situada na história.
Depois a vida de Maria do Céu foi uma "chapada de luva branca".
As pessoas têm a mania de julgar as prostitutas todas da mesma maneira, eu mesma já tive esse pensamento "anda nesta vida porque querem", sim é verdade, a maior parte delas sim, mas depois existem exceções que a própria vida ajudou a dar um empurrão.
Este livro relata aquilo que o ser humano vive sempre com uma grande certeza "a dúvida" disto, ou daquilo, eu até acho que a nossa vida e no nosso dia-a-dia existe sempre um espaço para ficarmos com dúvidas sobre isto ou aquilo, o famoso e se.
Foi um livro muito intenso.
Uma história muito boa e um final surpreendente.
Foi a primeira vez que li algo do Magalhães Porto, aliás nem sequer conhecia nenhum trabalho do senhor, o livro veio parar as minhas mãos por mero acaso.
Um acaso muito agradável, isso posso afirmar.

16 de março de 2018

Estou tão cansada...

Mas tão cansada que só de pensar que amanha é sábado e é dia de andar a fazer limpeza até me dá vontade de hibernar durante um bom tempo.
Estou mesmo que nem posso.
Ah vida desgraçada... Tem dias pronto.

15 de março de 2018

"Eu, Tonya"...



Falaram-me deste filme e fiquei um pouco curiosa, como tal decidi ver.
Foi um pouco mais "forte" do que aquilo que estava à espera.
Na verdade eu não conhecia este facto que tinha acontecido no mundo da patinagem, muito menos Tonya Harding.
Quando cheguei ao fim do filme fiquei com uma sensação de pena, tristeza, foi uma vida triste no fundo apesar de a patinagem ser tudo para ela, todo o resto foi deprimente.
Fiquei a pensar em como é possível alguém conseguir viver assim, mas a verdade é que ela conseguiu.
O filme esta ótimo, sem dúvidas, muito bem feito, a atriz que interpreta Tonya, Margot Robbie fez um papelão.
Gostei imenso da Tonya mais nova interpretado por Mckenna Grace, é adorável a miúda.
E como alguém me disse é um filme que nos deixa a pensar muito na vida, em como nem sempre tudo o que parece é.
Por vezes pensamos que a vida de alguém "famoso" é um mar de rosas e a verdade é que muitas vezes não o é.
A nossa vida a do "comum ser" não é um mar de rosas quanto mais a de alguém conhecido, a única diferença é que eles têm mais oportunidades do que qualquer outra pessoa, mas infelizmente muitas vezes, não as conseguem aproveitar.
Gostei do filme.

14 de março de 2018

"La casa de papel"...




Pois esta mais do que visto que o que é bom acaba depressa.
E assim é.
Acabou-se.
Ouvi dizer que ia existir 2ª temporada, mas sinceramente não sei.
Já à bastante tempo que uma série não me prendia com tanta intensidade e curiosidade.
Simplesmente adorei.
Aquele jogo psicológico e de força, aqueles pormenores tão bem pensados, aquela dúvida do "será que vão conseguir" que deixam um certo nervosismo para quem esta a ver.
Ainda por cima em Espanhol que eu adoro.
Tem um elenco fenomenal, embora eu tenha preferência por três pessoas em particular, Alba Flores que faz de Nairobi, Álvaro Morte, o famoso professor e adorei o desempenho Pedro Alonso que faz de Berlin, destaco estes três porque foram os que gostei mais, embora tenha que concordar que o resto do elenco é muito bom.
A banda sonora além de viciante é qualquer coisa de muito bom, fica no ouvido e se tiverem um terço da minha curiosidade vão dar por vocês à procurar das músicas desta série. 
Só tenho a dizer fenomenal, quem ainda não viu e tiver hipótese vejam vale a pena.
É excelente mesmo.

13 de março de 2018

A minha mãe é pior que a tua #2...

Pois é anda uma pessoa a ver a série "La casa de papel", sua excelência agora passa aqui o tempo enfiada no meu quarto e quando tenho tempo para ver a série lá começa ela "estas a ver outra vez a mesma coisa, mas já vimos isso" e pela centésima vez tenho que lhe explicar que é uma série e que uma série é composta por vários episódios, daí ser normal aparecerem as mesmas personagens.
Mas isto é sol de pouca dura, porque sei que a próxima vez que estiver a ver ela vai dizer a mesma coisa, diz sempre. 

12 de março de 2018

"Jardim de mulheres" de Aminatta Forna...


"Tudo começou com uma carta...

Abie Kholifa herda uma plantação de café da família, num país africano. Movida pelas palavras de Alpha Kholifa, seu primo, Abie regressa, iniciando uma viagem de reencontro com o passado.
Através das histórias contadas pelas suas quatro tias - Asana, Mary, Hawa e Serah -, ela descobre uma África atraída pelas tentações do Ocidente, mas desesperada por se manter fiel às suas tradições. Submersas em verdades silenciadas, mentiras sussurradas e contos mágicos, estas mulheres fortes - as verdadeiras protagonistas de Jardim de Mulheres - tentam alterar o correr tranquilo dos seus destinos e reivindicar as suas próprias identidades.
Percorrendo sensibilidades e gerações, Jardim de Mulheres é um romance espantoso sobre uma nação, uma família e as mulheres cujas histórias oferecem uma emotiva verdade que jamais entrará para as narrativas oficiais da História."


Para quem como eu conhece pouco sobre África, este livro foi um guia fantástico.
Nele encontramos a história de várias mulheres contadas por elas próprias.
Um mundo diferente e um pouco à parte se assim posso dizer.
Foi "uma viagem" encantadora, com muitos sentimentos à mistura.
Gostei deste livro apesar de o ter lido devagar para que nada me escapasse.
Quase que parecia coincidência andar a ler um livro sobre mulheres na semana do dia da mulher.
Foi bom, aconselho a todas as mulheres.
Nem tudo o que parece muitas vezes é. 

8 de março de 2018

"Alta golpada"...




Um filme com direito a um bocadinho de tudo, ação, comédia e aventura.
Tem um elenco bem recheado com muitos conhecidos Eddie Murphy, Ben Stiller, Alan Alda, Casey Affleck, Matthew Broderick, Téa Leoni, Gabourey Sidibe, Michael Peña, Judd Hirsch, Kate Upton, Stephen Henderson, Nina Arianda, entre muitos outros.
O filme mostra um grupo de funcionários de um prédio luxuoso que foram enganados, perdendo assim todas as suas poupanças.
Assim, planeiam um assalto, super divertido ao bilionário que os roubou.
Muitas gargalhadas e boa disposição é o que o filme nos transmite.
Gostei imenso.

7 de março de 2018

A minha mãe é pior do que a tua #1...

Ah pois é e se dúvidas houvesses esperem lá que já vos vou tira-las.
Então eu calço o 35 e a mulher insiste em usar as minhas meias quando ela calça o 39/40.
Depois diz "ai credo as tuas meias ficam-me pequenas e apertadas"
Pois ficam,  ficam...
Então um 35 para um 39/40 ainda vai uma diferença jeitosa. 

6 de março de 2018

Novo vício... e que vício...


Pois é uma pessoa é influenciada para ver uma série nova e depois fica agarradíssima assim sem mais nem menos, mas o pior disto tudo é ter acabado a temporada e ainda não existirem mais episódios disponíveis, isso é que é mau.
Vamos lá aguardar a ver como vai correr o "resto" do assalto ao banco.

5 de março de 2018

Um lembrete para a "próxima vida"...

É fazerem o favor de na "próxima reencarnação"... se é que isso existe... de não comprarem mobília com muitos "ronhonhos" tem que ser tudo liso como a que tenho no meu quarto, que assim é sempre a andar quando se vai limpar.
Já nos outros dois quartos perco muito tempo a limpar com tantos pormenores que o raio da mobília tem.
Disse isto à minha mãe e ela disse "que outra vida, que outra reencarnação, isso não existe".
Não quero saber se existe ou não mas já fica avisada pela dúvida mais vale prevenir. 
Tenho dito.

2 de março de 2018

"13 horas: os soldados secretos de Benghazi"...



Este filme tem tanto de brutal como de sentimental, pelo menos foi o que eu senti.
Neste filme uma equipa de seguranças da elite é convocada para ajudar a salvar os funcionários do consulado dos EUA que se encontram na Líbia, mais precisamente em Benghazi e que estão a ser alvo de ataques terroristas.
É um filme "poderoso" se assim se pode chamar, mexe um pouco com as emoções.
Acontece muita coisa que não se esta à espera, mas ao mesmo tempo é ótimo para se refletir um pouco sobre a situação pela qual passam muitas destas pessoas que se encontram no "centro" das guerras e ataques.
Adorei o filme apesar de me "ter mexido" um bocadinho com as emoções. 
Muito bom.  

1 de março de 2018

Adeus Fevereiro...



Vai à tua vidinha. 
Não foste mau de todo, apenas cansadito e um pouco deprimente. 
Passei o mês inteiro a dormir mal, só com pesadelos, acordo sempre muito mais cansada do que quando me deito. 
O ambiente aqui em casa nem sempre foi o melhor. 
Pode ser que Março seja um bocadinho melhor. 
Espero bem que sim.

26 de fevereiro de 2018

"Wedding unplanned"...



Ora de vez em quando gosto de ver uma comédia.
Verdade seja dita os espanhóis e os franceses tem comédias muito engraçadas.
Gostei imenso do filme, deu para rir um bom bocado.
Não vou contar o filme como é evidente apenas que a história centra-se em Mathias que se envolve com uma organizadora de casamentos e que depois a sua namorada encontra o cartão da outra no casaco dele.
Automáticamente pensa que Mathias esta a querer casar.
O desenrolar da história esta muito bom, muito divertido e digamos que original.

Divertido e muito bom é so o que vos digo.

24 de fevereiro de 2018

Estou como diz o outro...

Quero que vão chatear o raio que os parta... todos.

O ditado já é antigo. 
Quanto mais a gente se baixa mais se vê o rabo e é bem verdade. 
Quanto mais faço nesta casa, mais as pessoas são mal-encaradas e mal-agradecidas. 
Só sabem berrar e mandar, nisso graças a Deus não lhes falta vontade. 
Terem em atenção se necessito de alguma ajuda ou alguma coisa isso esta completamente fora de questão. 
É só mandar e estar de trombas. 
Se estas contente não devias estar, se estas chateada é porque andas sempre chateada e ninguém te compreende, pois não ninguém me compreende porque ninguém esta com vontade de se por no me lugar, ninguém tem a decência de vir ajudar a fazer o que quer que seja. 
A minha vontade hoje era mandar tudo à merda, todos para o raio que os parta desde o mais novo ao mais velho. 
Mas não tenho que ficar calada, engolir sapos atrás de sapos e ainda querem que ande com boa cara, devem é de estar loucos só pode. 
Ainda tenho poder para pelo menos decidir se ando com boa ou má cara, isso é única e exclusivamente problema meu e quem não gosto olha paciência, eu também não gosto de muitas coisas que me fazes, e dizem e olha ando para aqui.

23 de fevereiro de 2018

"Cavalo de fogo Gaza" de Florencia Bonelli...



"Matilde e Eliah voltam a separar-se. No Congo, as esperanças de uma vida em conjunto desvaneceram-se ao ritmo dos ciúmes e das circunstâncias hostis.

Matilde, cirurgiã pediátrica, refugia-se na sua paixão: o trabalho humanitário que leva a cabo para a organização Mãos Que Curam. O seu novo destino é a Faixa de Gaza, o território mais densamente povoado do mundo, onde a prioridade diária é a sobrevivência. Eliah, por seu lado, obriga-se a esquecer Matilde e a pôr fim à obsessão que o prende a ela.
Estará esta enorme paixão condenada a perecer nas ruínas de um mundo, também ele, em risco? Ou serão o amor, uma força mais poderosa do que todo o mal que os rodeia, e a vontade de ficarem juntos, contra tudo e contra todos, suficientes para unir Eliah e Matilde para sempre?
Uma soberba conclusão da história iniciada com Cavalo de Fogo - Paris e continuada em Cavalo de Fogo - Congo."

Pois bem o terceiro e último livro foi sem dúvida o que me despertou mais emoções. 

Deu para conhecer um pouco melhor a guerra entre os Israelitas e Palestinianos. 
Confesso que não estava a par de alguns pormenores. 
Relativamente a esta trilogia, só tenho a dizer que adorei. 
Na minha opinião na parte de certas discrições no que diz respeito as relações sexuais achei um bocadinho exagerado, embora entenda o ponto de vista da escritora em prender o leitor com esses pormenores. 
Vai ficar saudades das personagens, tenho que admitir, afinal passei muitas horas "na vida delas". 
Mas adorei, sem dúvidas.

22 de fevereiro de 2018

Tudo a limpar os terrenos...


Até eu que não tenho nenhum terreno recebi o e-mail para limpar.
Estou mesmo a ver eles pegaram e disseram, "vamos enviar e-mail para todos os e-mails que estão registados aqui na Autoridade Tributária e Aduaneira".

O que acho engraçado é que o dono do terreno que esta atrás da minha casa não deve ter recebido nenhum e-mail porque ainda não apareceu para limpar o que lhe pertence, agora eu que não tenho nenhum já fui convocada.
Enfim.

21 de fevereiro de 2018

"Acts of vengeance"...




Inicialmente vou confessar que estava a ficar um pouco arrependida por ter escolhido este filme para ver, na fase em que o fulano só bebe e apanha porrada, mas depois tenho que admitir que valeu a pena.

Frank é um advogado famoso, que já "safou" vários criminosos da cadeia.
Um dia vê a sua vida virar de pernas para o ar com a morte da filha e da mulher.

Após algum tempo faz um pacto de silêncio e decide ir ao encontro do assassino e entender o que o levou a cometer tal crime.

É bastante interessante o filme.
Entre uma aprendizagem pessoal de como sobreviver num mundo que esta a desabar, uma luta em se tornar forte quer fisica e psicologicamente este filme tem várias
 lições muito importantes, podemos tornamo-nos muito mais fortes do que aquilo que as vezes imaginamos.
Muito bom, o desempenho do António Banderas é fernomenal bem como o do restante elenco. 

20 de fevereiro de 2018

Frase do dia...



A onde já lá vai a rúbrica frase do dia... já nem me lembro de tal coisa.
Mas olha hoje lá calhou.

19 de fevereiro de 2018

"Jack Reacher"...




Gostei deste filme.
Tem o Tom Cruise com personagem principal.


Já tinha ouvido falar neste filme, mas só à relativamente pouco tempo é que tive hipótese de o ver.
Jack Reacher é um ex investigador militar com uma carreira de sucesso, que é contactado para resolver um mistério que envolve o assassinato de 5 pessoas, que foram mortas aleatóriamente. 

Mas tudo indica que existe alguém que não quer que Jack Reacher tente desvendar o segredo destas mortes.
É um filme cheio de acção e suspense.
Pessoalmente gostei bastante, um pouco diferente daquilo que estava à espera e do que tinha ouvido á cerca do filme. 

18 de fevereiro de 2018

Esta a tornar-se um hábito pouco bom...

Os meus domingos tem sido assim.
Cozinhar para todos, arrumar tudo e ficar em casa o dia todo.
Um domingo atrás do outro.
Sem sair, sem conhecer nada novo, sem ver mais ninguém a não ser os de casa.
Esta a ser um hábito deprimente, é o que é.

15 de fevereiro de 2018

"O guardião invisível"...



Apesar de ser um pouco longo gostei do filme.
Fala de uma agente que volta à sua terra natal para ajudar a descobrir o assassino de jovens que tem acontecido por aquelas zonas.

Mas a história vai muito mais além da descoberta de quem mata as jovens, é também uma enorme prova para a própria agente que tem que enfrentar o seu passado.
É um filme surpreendente, chega a um momento em que se começa a dúvidar de muita gente e é lógico que a personagem "culpada" chega a surpreender.

Gostei, se tiverem paciência... uma vez que é um pouco grande... e se gostarem de filmes assim deste género tenho a certeza que vão gostar deste.

13 de fevereiro de 2018

Factos...

Eu reconheço...

Que as vezes sou chata.
Insuportável, mesmo.
Tem dias que me irrito com uma facilidade que as vezes me deixa a pensar se será normal.
Se as pessoas me souberem "levar" tem "tudo" de mim, mas quando começam com muitas ceninhas eu começo a ficar cansada, saturada, irritada e torno-me uma pessoa "fria" e resmungona.

Ninguém é perfeito.
Sei reconhecer os meus pontos fracos.
Muitas vezes penso que tenho que revirar os olhos, assobiar para o ar e olhar para o lado, sei que é a melhor maneira de não me chatearem tanto.
Estou cansada e ninguém se apercebe ou não quer perceber isso.
Tenho uma casa por minha conta, limpar, cozinhar, passar a ferro, arrumar, manter tudo na ordem.
Tenho uma mãe constantemente a queixar-se de tudo e numa fase em que não quer nada nem com açúcar, como se costuma dizer.
O meu pai, bem se não fosse o meu pai acho que já tinha caído de vez, ajuda-me conforme pode, mas também não o quero "carregar" muito anda psicologicamente cansado, bem o noto, eu que o conheço tão bem.
Mas ninguém quer saber destas coisas para nada, continuam a agir como se nada se passa-se.
Não sei, às vezes tenho a sensação que as pessoas se fazem de estúpidas.
Estou pelos cabelo de trabalho, de cansaço, de tomar conta da casa, dos tratamentos, de tudo e ainda tenho que servir de empregada como se isto fosse uma cantina onde as pessoas alapam o rabo comem e vão embora, quer dizer na cantina ainda arrumam os tabuleiros, aqui nem isso.
Não consigo entender o que algumas pessoas têm na cabeça, será que não são capazes de se aperceberem que eu não posso com tudo sozinha? 

Não me podiam dar uma folguinha em vez de te que cozinhar para tanta gente?
Por mim acabava com a brincadeira em dois tempo, mas os meus pais não querem.

Não sei porque, quer dizer até sei, mas prefiro fazer de conta que não sei.
Isto cansa, cansa muito e ninguém é de ferro, muito menos eu, que tem dias que mal tenho forças para me segurar de pé.
Não sei até quando vou continuar a aguentar este ritmo de vida que tenho levado ultimamente.
Já estou como diz o outro quando cair caí de vez, nem quero saber.